
Eu gosto de ficar sozinha...
Quando estou sozinha, entro em contato comigo mesma e todas as minhas limitações e defeitos afloram. Quando estou sozinha, tenho noção perfeita de tudo o que me falta aprender, sobre mim mesma, sobre a vida. Quando estou sozinha, eu me sinto o última das mulheres. Sinceramente, não me acho nem um pouco inteligente, nem um pouco talentosa, nada. Sou um pobre mamífero com um longo caminho a percorrer.
Meu problema são os outros.
Converso com as pessoas e fico horrorizado com sua pequenez. Elas são previsíveis, pretenciosas, preconceituosas, medrosas.
O medo talvez seja o que mais me me surpreende. Vejo quase todos tomados por um irresistível medo da vida. Pior, medo de si mesmos, de descobrir quem realmente são.
Eu juro que não me acho nada de mais. Mas basta passar duas horas com alguns para eu começar a confirmar a sensação de amar mais os animais do que os humanos. Meu ego ameaça alçar vôo e eu me sinto mal, minha própria arrogância me intoxica, e bate aquela necessidade de ficar sozinho de novo, de tentar reencontrar a perspectiva de minha própria pouca importância.
Quando fujo de algumas pessoas não é por não gostar delas, mas por não gostar da pessoa que eu me torno perto delas.
Quando estou sozinha, entro em contato comigo mesma e todas as minhas limitações e defeitos afloram. Quando estou sozinha, tenho noção perfeita de tudo o que me falta aprender, sobre mim mesma, sobre a vida. Quando estou sozinha, eu me sinto o última das mulheres. Sinceramente, não me acho nem um pouco inteligente, nem um pouco talentosa, nada. Sou um pobre mamífero com um longo caminho a percorrer.
Meu problema são os outros.
Converso com as pessoas e fico horrorizado com sua pequenez. Elas são previsíveis, pretenciosas, preconceituosas, medrosas.
O medo talvez seja o que mais me me surpreende. Vejo quase todos tomados por um irresistível medo da vida. Pior, medo de si mesmos, de descobrir quem realmente são.
Eu juro que não me acho nada de mais. Mas basta passar duas horas com alguns para eu começar a confirmar a sensação de amar mais os animais do que os humanos. Meu ego ameaça alçar vôo e eu me sinto mal, minha própria arrogância me intoxica, e bate aquela necessidade de ficar sozinho de novo, de tentar reencontrar a perspectiva de minha própria pouca importância.
Quando fujo de algumas pessoas não é por não gostar delas, mas por não gostar da pessoa que eu me torno perto delas.
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